Quem será o Presidente do Brasil em 2018?

          Respondendo ao questionamento do título deste artigo, não sabemos, mas explicarei como a população brasileira deverá proceder em outubro de 2018 nas eleições, principalmente, no que diz respeito ao cargo mais importante do país, o de Presidente da República. Faço uma pequena observação, é certo que teremos um processo eleitoral mais disputado desde a redemocratização do Brasil, pois neste momento a sociedade brasileira está totalmente desorientada devido a tantos escândalos vindos à tona nos últimos anos.

Quem será o Presidente do Brasil em 2018?

            As pessoas podem perguntar a este articulista, como escolher o melhor candidato para assumir a “cadeira” tão cobiçada nas últimas décadas no país, a de mandatário da República? Primeiramente, pesquisar se os candidatos à Presidência possui algum antecedente que desabone sua conduta, ou seja, observar se os mesmos tem capacidade moral e ética para um cargo tão importante. Logo após, considerar se o postulante à Presidência da República dispõe de base familiar bem alicerçada, valores sólidos. Em terceiro lugar, verificar se os candidatos possuem propostas/planos de governo que atenderão aos anseios da população em sua plenitude e, não menos relevante, há necessidade de serem propostas REALIZÁVEIS, nada de ficção ou proposituras fantasiosas. Por favor, candidatos, pés no chão.

            Nessas eleições vamos ter candidatos com diversas linhas de pensamento como: pessoas de esquerda, extrema esquerda, de centro, de direita, extrema direita e até candidatos que não possuem um posicionamento definido, o fato que toda essa mistura de concepções está gerando grandes dúvidas na sociedade brasileira.

            Nesta etapa do artigo, citarei algumas de muitas mazelas que deverão ser combatidas pelo novo gestor da República brasileira a partir de primeiro de janeiro de 2019:

I – Saúde “agonizante”;

II – Educação à beira do precipício;

III – Estruturas de transportes precárias;

IV – Administração pública sucateada;

V – Carga tributária “assassina”;

VI – Segurança no Brasil que está mais para insegurança;

VII – Obras públicas, a maioria com vícios de irregularidades;

VIII – O famoso “toma-lá-dá-cá” governamental;

IX – A dependência, infinita, dos programas sociais;

X – Corrupção “a amiga de muitas pessoas”

            O fato é que o próximo Presidente da República terá muito trabalho, “dores de cabeça intermináveis”, pois tirar um país de proporções continentais do “buraco não será nada fácil”. Esperamos que o próximo governante tenha discernimento, boas práticas e combata à corrupção sistematizada com “unhas e dentes”.

            Este articulista que confecciona este texto quer trazer apenas um aviso aos candidatos à Presidência da República: Não vou deixar de fiscalizar todas as decisões de um possível governo e chamo toda a população brasileira a caminhar junto comigo, buscaremos sempre o melhor para o país.

Vamos transformar o Brasil?

A corrupção é o pior câncer que existe.

 Até à próxima.

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