Por que votar nas eleições em 2018?

Neste quinquagésimo sétimo artigo, inicio respondendo a questão acima apresentada: se eu fosse vocês, população brasileira honesta, não votaria no pleito de outubro 2018, por quê? Simples, porque não encontrei em minhas pesquisas, pré-candidatos capazes de atender aos mais singelos anseios da sociedade brasileira. Mas, por um acaso, se tiver alguma pessoa disposta a votar neste ano para o cargo de Presidente da República, trarei um compilado de informações sobre os possíveis e, mais bem colocados em pesquisas, pré-candidatos ao cargo mais elevado da República. Após um período longo de festas com natal, ano novo e carnaval entraremos em um tempo extremamente perigoso e instável e que não se admite o mínimo erro, as eleições. Infelizmente grande parte da sociedade brasileira está pouco preocupada com o pleito, essencialmente, em relação às propostas dos candidatos. Para tentar conscientizar, novamente, os brasileiros, irei discorrer sobre alguns planos de governo de pré-candidatos que já divulgaram suas pretensões à cadeira mais importante do Brasil, a do Palácio do Planalto. Eis os pré-candidatos e suas propostas:    

 O pré-candidato Luís Inácio Lula da Silva já foi Presidente da República por dois mandatos, ou seja, oito anos, suas propostas estão baseadas no crescimento econômico e como ele mesmo diz: ”a redução da pobreza e miséria no Brasil”, porém este candidato está condenado, em segunda instância, pelo Tribunal Regional Federal da 4ª região, ou seja, o mesmo está impedido de disputar as eleições pela lei da ficha limpa, pendente, ainda, de julgamento perante o Tribunal Superior Eleitoral.

O pré-candidato Jair Bolsonaro é deputado federal pelo Estado do Rio de Janeiro e, na minha sincera opinião, uma pessoa polêmica, mas que fala a verdade. As propostas do pré-candidato para a área econômica gira em torno do afastamento do país em relação ao Mercosul e aproximação com a América do Norte, Europa e Ásia. Na segurança pública, o mesmo é favorável à pena de morte e à prisão perpétua, é contrário a penas leves e regalias e, também, é defensor do porte de armas e a redução da maioridade penal. O pré-candidato é contra a liberação das drogas dentre outras propostas.

O pré-candidato Ciro Gomes já foi ministro do governo Luís Inácio Lula da Silva e promete que o “Brasil voltará a ser um grande país”, ou seja, mudar o pouco crescimento do Brasil nesses últimos anos, por um projeto como ele fala “novo desenvolvimentista”, resta saber como ele fará essa transformação. As propostas do pré-candidato giram em torno do sistema econômico.

O pré-candidato Geraldo Alckmin é governador do Estado de São Paulo, suas propostas são voltadas, principalmente, para geração de empregos e na fragilidade da economia do país. Entendo que este pré-candidato é o mais moderado entre todos os postulantes, porém, neste momento que o Brasil atravessa, será melhor que os pré-candidatos sejam mais incisivos em suas ações e o projeto de governo deve ter um pouco mais de arrojo. É mais fácil observar este postulante ao Palácio do Planalto, pois o mesmo é governador do Estado de São Paulo, o mais populoso e rico do país.

O pré-candidato Álvaro Dias é Senador da República, talvez de posicionamento político de centro-direita, o mesmo quer “refundar à república” em apenas 100 (cem) dias. Suas propostas baseiam-se em reduzir o tamanho do governo, cortando ministérios, cargos comissionados além de privatizar as estatais. O pré-candidato quer diminuir o tamanho do Congresso Nacional e aprovar uma reforma tributária baseada em um imposto único.    

Notamos que temos diversos pré-candidatos de várias vertentes, posicionamentos e bases eleitorais, cabe ao eleitor escolher os rumos que o país tomará a partir de 1º de janeiro de 2019. Faço um apelo a todos os 140.000.000 (centro e quarenta) milhões de eleitores, VOTEM COM CONSCIÊNCIA.

A corrupção é o pior câncer que existe.

Até breve.

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