O que vamos fazer em outubro de 2018?

         Neste sexagésimo sexto artigo, trago essa pergunta muito simples que quase ninguém sabe e saberá responder até o início do mês de outubro de 2018, o mês de decidirmos o nosso futuro, porém a população brasileira parece que não está se importanto com esse momento tão grave que poderá afetar negativamente a todos. Neste texto, apresentarei um passo a passo para tentarmos ter uma mínima idéia do que faremos no dia que tivermos na frente das famigeradas urnas eletrônicas.

         Sendo sincero com vocês, são tantas situações esquisitas acontecendo, principalmente, nesses últimos anos que ficamos com medo de tomarmos qualquer atitude em relação às eleições. Apenas a título de informação, o número de indecisos chega a ser de 30% (trinta por cento) da população com capacidade eleitoral ativa, é um número extremamente elevado para os padrões brasileiros. No Brasil somos 144 (cento e quarenta e quatro) milhões de eleitores, ou seja, fazendo uma conta simples, são aproximadamente, 43.200.000 (quarenta e três milhões e duzentos mil) eleitores que não sabem em que votar no pleito presidencial, é muita coisa! Mais do que a população inteira de muitos países sulamericanos.

         Assistindo e analisando as entrevistas dos 5 (cinco) presidenciáveis mais bem colocados nas pesquisas de intenção de voto, observo que as prpostas são vagas, com pouquíssima objetividade e clareza, são assuntos de grande relevância como: economia, combate à corrupção, segurança pública, dentre outros.

O que devemos avaliar em termos de propostas para o Brasil em 2018:

I – Economia: diminuição do déficit público e aquecimento econômico visando a geração de empregos e renda;

II – Setor público: redução, drástica, de ministérios e extinção de cargos comissionados;

III – Combate à corrupção: aprovação irrestrita das medidas anticorrupção propostas pelo Ministério Publico Federal, sem aletrações no texto promovidas pelo Congresso Nacional;

IV – Segurança pública: revogação, na integralidade, do estatuto do desarmamento, fechamento de todas as fronteiras com uso das forças armadas, integração efetiva das polícias visando ações conjuntas, principalmente em operações especiais;

V – Privatizações: dar prosseguimento a entrada de capital estrangeiro no país através de privatizações de empresas do setor público;

VI – Modernização: Tornar a máquina do Estado mais efetiva com implementação de novas tecnologias combatendo a ociosidade de servidores na administração pública.

         Honestamente, é tão fácil formular e por em prática essas prpostas que penso que exercer o cargo de Presidente da República não é nada complicado. Levei, exatamente, 30 (trinta) minutos para pensar e escrever.

Candidatos, querem alguma ajuda? Podem me procurar!

A corrupção é o pior câncer que existe.

Até breve!     

           

        

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