Você é desvalorizado e mal sabe disso!

             Neste septuagésimo sexto artigo, inicio dizendo que, infelizmente, você é desvalorizado e mal sabe disso. Seria cômico se não fosse trágico, mas o que acontece em nossas vidas é exatamente isso. O intuito desse texto não é deixá-los mais tristes ou profundamente revoltados, apenas pretendo abrir os seus olhos para o que os outros estão fazendo contra vocês. A desvalorização se ensaia nas relações familiares, conjugais e, principalmente, profissionais e cada dia que se passa essa situação aumenta de forma vertiginosa. Ocorre que, quanto mais o tempo passa há uma piora na desvalorização de cada um de nós, pois na visão das outras pessoas você está velho, ultrapassado como um objeto antigo jogado no canto da sala. Isso é fato!

            Primeiramente, vamos falar sobre a desvalorização dentro de nossas próprias famílias, quem nunca foi preterido em relação a um outro parente no âmbito familiar? Creio que todos nós aqui. Quem nunca recebeu os devidos méritos por ter realizado algo de bom? Garanto que todos nós. Observem dia após dia o tanto que somos desvalorizados por certos entes de nossas famílias, nós mesmos não percebemos todas as vezes que isso acontece, mas por incrível que pareça, é bem mais comum do que imaginamos.

            Continuando na mesma linha de pensamento, falaremos das relações conjugais que são as mais melindrosas pois envolvem, na maioria das vezes, apenas duas pessoas que, teoricamente, se conhecem a pouco tempo e são, praticamente, dois indivíduos estranhos que tiveram convício social e educação diferentes. Quando há esse tipo de desvalorização das partes envolvidas decreta-se o fim da relação conjugal e, como na família, acontece com bem mais frequência do que podemos supor. Nessa relação de desvalorização conjugal existe, ainda, os fatores agravantes como família e o lado profissional. 

            Por último a desvalorização profissional que acontece, também, com esse articulista que escreve os textos, desde quando iniciei minha vida profissional sofri, de forma desonesta e descarada, a falta de reconhecimento por onde trabalhei, mesmo realizando minhas atividades com competência, celeridade e honestidade. Não foram uma ou duas vezes que fui preterido em relação a outros colegas e, sim, diversas vezes. Pergunto: vocês também já sofreram com essa forma de desvalorização? Claro que sim e, digo mais, nesse exato instante você está sendo passado pra trás em seu emprego. Pense nisso!

 

           

A corrupção é a doença que mata o Brasil!

 

Até à próxima       

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