2019: ano caos!

            Neste septuagésimo sétimo artigo, venho fazer um balanço do ano de 2019 que, na minha mais sincera opinião, felizmente esta chegando ao seu final. No texto farei diversas críticas, tanto construtivas como destrutivas. Inicio falando a vocês que os governos em todas suas esferas foram ineficientes, pelo simples e principal fato que “conseguiram” se endividarem cada vez mais, imaginava que não era possível, mas pasmem, eles fizeram o impossível. Vemos Estados da Federação totalmente sucateados e a própria administração federal passando por uma série de apuros, a situação é calamitosa.

 

            Vejamos dois exemplos clássicos do caos na saúde e educação: a primeira piorou mais ainda, hospitais superlotados, pessoas morrendo em corredores – um verdadeiro “engarrafamento” de macas – sem estrutura básica de atendimento e, principalmente, profissionais estressados e desvalorizados dentre outras situações.

           

            E a educação, o que dizer? Existe, atualmente, processo educacional nesse país? Quem pode me responder? Até poucos dias atrás nossas universidades estavam sem dinheiro para comprar até papel higiênico tipo “lixa” e, até hoje, continuam sucateadas caindo aos pedaços, literalmente. Alguém por aí escutou falar em educação básica? Existe no Brasil? Nossas crianças se não estudarem em colégios particulares que cobram quase dez mil reais de mensalidade estão sujeitas a ficarem andando nas ruas de terras, com fraldas sujas e em meio ao esgoto a céu aberto. Já cansaram de problemas, mas calma, tenho um compilado desses para apresentar a vocês facilmente,

            E o trabalhador brasileiro? É trágico! A vida do trabalhador nesse país é uma piada de péssimo gosto. Um exemplo: há um tempo atrás tínhamos refeições, no mínimo, três vezes ao dia com arroz, feijão, farinha de mandioca torrada e um pedaço de carne, no entanto, nos dias atuais temos apenas uma refeição por dia com arroz cortado, caldo de feijão (sem o grão) e farinha branca. Ah! não esqueça que hoje podemos comer meia banana d’água de sobremesa. Parece até engraçado se não fosse triste demais.

 

            E a política? Ops, não posso falar desse assunto, porque posso sofrer com algum “benefício” (ESTOU ME CENSURANDO).

 

            Ah lembrei meus leitores, e o trânsito no qual entendo bastante? Continua matando desenfreadamente mais do que guerras, porém para os governos esse tema fica em décimo oitavo plano de prioridade, ou melhor, não há nenhuma relevância para os gestores do dinheiro público. Continuaremos a ver, por muito e muito tempo, pessoas morrendo em nossas ruas, avenidas e rodovias. FATO!

 

O que fazer?

NADA

 

A corrupção é a doença que mata o Brasil!

 

Até breve       

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